domingo, 19 de outubro de 2014

Ex-top 7 do mundo comanda Curso de Capacitação de Beach Tennis Módulo 1


Participantes do 1o curso de Beach Tennis da CBT


Guilherme Prata conduziu o 1º Curso de Beach Tennis da CBT entre os dias 18 e 19 de outubro, no Clube Ipê, em São Paulo.


Durante os dias 18 e 19 de outubro, o ex-número 7 do mundo Guilherme Prata ministrou o primeiro Curso de Capacitação de Beach Tennis Módulo 1 no Clube Ipê, no bairro do Ibirapuera, em São Paulo. O evento foi realizado pela CBT, Confederação Brasileira de Tênis.

O carioca Guilherme Prata, que disputou o circuito profissional de beach tennis por quatro anos, ficou muito contente com a iniciativa da CBT. “Fiquei muito feliz com a oportunidade de dar o primeiro curso de beach tennis pela CBT no Brasil. Todos os envolvidos estavam muito focados. Este é o primeiro passo para se desenvolver um ensino de beach tennis de alto nível, dessa forma os professores terão mais embasamento para dar aulas”, disse o carioca que já foi campeão mundial por equipes com o Brasil em 2013 e capitão do time nacional em 2014.

Guilherme Prata foi número 7 do mundo de beach tennis

Para o coordenador do departamento de capacitação da CBT, Cesar Kist, o curso apresentou um nível muito elevado. “Esse primeiro curso foi excelente e o feddback das pessoas foi muito bom. Este é ponto de partida para o desenvolvimento do esporte no Brasil”, comentou.

O Módulo 1 de Beach Tennis reuniu 25 participantes de várias regiões do Brasil, entre elas Mato Grosso, Rio de Janeiro e Ceará. Foram abordados temas teóricos como a História do Beach Tennis e Regras básicas, porém o enfoque do curso foi a parte prática, com praticamente 80% do tempo em quadra. Guilherme Prata mostrou as técnicas dos golpes detalhadamente e demonstrou vários exercícios, situações táticas de jogo e posicionamentos, garantindo maior vivência para os participantes.

O top 5 do mundo, Marcus Ferreira, também marcou presença durante este final de semana no Módulo 1.”Este curso  é muito importante para a formação e desenvolvimento do esporte. Isso só tem a engrandecer o beach tennis. Também vale lembrar que por ser uma nova modalidade, é muito importante para os professores a prática do jogo, dessa forma complementa o aprendizado para dar aulas”, explicou o jogador santista, que ao lado de Thales Santos, foi bicampeão Pan-americano em setembro deste ano.

Marcus Ferreira, Guilherme Prata e César Kist

Outra participante que enalteceu a importância deste novo curso da CBT foi Cassia Lorenzini, coordenadora da CR Tênis Academy e da Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul. “O beach tennis está precisando de mais cursos como esse. Por ser um esporte novo, os professores precisam de mais informações para poder dar aulas desta nova modalidade. Espero que tenham mais cursos no futuro”, comentou.
 
O Módulo 1 de Beach Tennis foi realizado neste sábado (18/10) das 8h às 18h e no domingo (19/10) das 8h às 14h. Além dos temas já citados, também foram apresentados os materiais do Beach Tennis, Técnicas iniciais, Empunhadura, Beach Tennis para crianças, Oportunidade de Negócio e Eventos de Beach Tennis.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Conheça mais sobre o beach tennis


Marcus Ferreira e Thales Santos/ Foto: Mariana Nardelli

 

Confira as principais regras, golpes e jogadas do beach tennis


O beach tennis é um novo esporte que vem conquistando o Brasil e o mundo. Ainda mais agora que está esquentando por aqui, ele vai ser ainda mais praticado, já que combina perfeitamente com praia e verão. Esta nova modalidade esportiva surgiu na Itália, na década de 80. A ITF (International Tennis Federation) é o órgão internacional que rege o esporte e seus torneios valem pontos para o ranking mundial.


Flavia Muniz (5a do mundo)/ Foto: Angélica Goudinho

A quadra

O tamanho da quadra é de 16x8m, com uma rede de 1,70m de altura. O jogo é disputado com a mesma contagem do tênis, ou seja, 15-30-40 e game, com a diferença de que quando está 40 iguais é jogado um no-ad, isso significa, sem vantagem. Os jogadores têm somente um saque e a bola não pode pingar no chão, o que faz com que o jogo seja muito dinâmico. Outra coisa que deixa o jogo mais divertido é o fato da bola não ser exatamente a mesma do tênis com apenas 50% da velocidade, é usada uma bola soft, do estágio 2 do play and stay do tênis, de cor alaranjada.

Vini Font (3o do mundo) jogando torneio em Niterói 2014

Categorias

Normalmente as categorias amadoras são A, B, C, seniors e juvenil (simples, dupla feminina e masculina e dupla mista). Na profissional também, simples, dupla e dupla mista. Mas, o que conta pontos para a ITF é somente a dupla feminina e masculina.

Brasileiros no ranking mundial

O beach tennis chegou no Brasil em 2008 e o país já é a segunda maior potência do esporte, ficando somente atrás da Itália, com seis jogadores no top 10, três no feminino e mais três no masculino. São eles: Joana Cortez (4ª da ITF), Flavia Muniz (5ª) e Samantha Barijan (7ª). No masculino: Vinícius Font (3º da ITF), Marcus Ferreira e Thales Santos, ambos na 6ª posição. O Brasil ainda possui um feito histórico. Joana Cortez, Samantha Barijan e Vini Font foram os primeiros a ocuparem o topo do ranking mundial sem ter nacionalidade italiana.  


Joana Cortez e Samantha Barijan/ Foto: Giapiero Spósito

Principais golpes e jogadas:

O beach tennis possui a característica de ter golpes de simples execução, mas o jogador precisa antecipar bem as jogadas e ter uma rápida tomada de decisão. Para todos os golpes é utilizada a empunhadura continental, igual ao do tênis.

Voleio
Com armação curta, de direita e esquerda.

Joana Cortez (4a do mundo)/ Foto: Carlos Borges


Smash
Um dos golpes preferidos dos jogadores, similar ao do tênis para bolas altas. Só é preciso tomar cuidado com a rede que é mais alta.
 

Dupla número 6 do mundo, Marcus e Thales/ Foto: Mariana Nardelli

Lob e curta
Muito usados no jogo, para fazer o adversário se movimentar já que o beach tennis é jogado na areia.

Marcus e Thales jogando em Aruba 2013

Gancho
Esse golpe é para ser usado quando a bola já passou e não dá mais para smashar, mas tem quem use em bolas que não vêm tão altas. 

Samantha Barijan (7a da ITF)


Saque 
Bem similar com o do tênis, mas é bom lembrar que no jogo só tem um saque por ponto e se a bola tocar na fita e passar está valendo e o ponto deve seguir normalmente.

Vini Font, número 3 do mundo

E aí, o que você está esperando? Venha para o beach tennis!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Elson Longo é o novo treinador de Romboli, Hocevar e Lopes


Hocevar, Romboli, Elson e Lopes


Desde o final de setembro, os três tenistas integram a equipe de treinamentos no CFR, em São Carlos, e se preparam para uma série de torneios futures nos próximos meses.



Juntos, eles têm no currículo mais de 30 títulos em campeonatos profissionais. Jogadores experientes no circuito, Fernando Romboli (EGA Solutions), Ricardo Hocevar e Tiago Lopes agora fazem parte da equipe competitiva do CFR, Centro de Formação e Rendimento, em São Carlos sob a coordenação de Elson Longo. Eles seguem treinando motivados para uma série de torneios da ITF de US$ 10 mil e de US$ 15 mil que vão disputar entre outubro e novembro no Brasil e na América do Sul.

Hocevar, que atualmente ocupa a 463ª posição na ATP e chegou a ser 149 do mundo em 2009, está confiante no novo trabalho desenvolvido por Elson e sua equipe. “Tenho certeza que com o trabalho que venho fazendo aqui vou chegar aos meus objetivos e voltar a jogar os grandes torneios”, comentou o paulista de 29 anos que já venceu 13 futures e um challenger.

O jogador de 25 anos Romboli, atual 474º do mundo, também está muito animado com a novidade. “Essa foi minha primeira semana treinando com o Elson e já consegui render bastante. A equipe de treinadores do CFR dá uma atenção muito especial e podemos contar com uma estrutura completa para os treinos”, disse o tenista carioca que possui 11 títulos de futures e já foi o 3º melhor juvenil do mundo.

Já o paulista Lopes, 543º da ATP, de 27 anos e que acumula sete troféus de torneios da ITF na carreira, ressalta a importância de treinar com alguém que possa acompanhá-lo nas viagens. “Esse trabalho que o Elson vem fazendo durante os torneios de ‘travel coach’ é fundamental para o crescimento dos jogadores. Além disso, quando estamos aqui na academia treinando, ele dá atenção na parte de biomecânica, que faz toda a diferença, porque o circuito é muito competitivo e precisamos evoluir constantemente.”

Para Elson, que também é capacitador da CBT na área de biomecânica, os novos membros da equipe do CFR vieram na hora certa. “Este é um momento muito especial para mim. Estou vivenciando um grande aprendizado por ter a oportunidade de treinar tenistas de nível tão elevado. Tudo começou com a vinda de Nicolas Santos (ex-número 2 do mundo juvenil) em maio deste ano. Durante as viagens nos torneios, acabei conversando com o Ricardo Hocevar, o Tiago Lopes e o Fernando Romboli e fechamos uma parceria”.

“Além disso, o CFR possui toda a estrutura que uma grande academia deve ter, com preparo físico direcionado, além de uma equipe que está preparada para treinar jogadores de ponta, formada pelos ex-jogadores profissionais Vivian Segnini e Eugênio Estefini. Também contamos com Daniel Abrahão, o fisioterapeuta Lucas Rodrigues e a nutricionista Luciana Merlim. Estamos fazendo alguns ajustes técnicos nos jogadores e em breve estaremos nos torneios“, explicou o são-carlense.

Também fazem parte da equipe de jogadores profissionais do CFR, Nicolas Santos, Renan Espricigo, Luis Brito, Marcos Bernardes e Juliana Cardoso.

Equipe CFR


Sobre Elson Longo

O ex-jogador profissional Elson Longo é formado em física teórica na USP e é conhecido por atuar na capacitação brasileira desde 1999 na área de biomecânica. Além disso, foi responsável por várias traduções entre elas a do Manual Avançado para treinadores da ITF. Já treinou diversos jogadores, com destaque para Vivian Segnini, ex-top 244 da WTA e que atingiu o topo nacional em 2008. Foi palestrante de congressos da ITF e autor do livro “A Quadra dos Sonhos”, com César Kist.



Sobre o CFR, Centro de Formação e Rendimento

Localizado a 230 km da capital paulista, o Centro de Formação e Rendimento foi inaugurado em 2012 e conta com sete quadras de saibro, espaço destinado ao Crossfit e para corrida, vestiários, numa ampla área arborizada. O time do CFR é composto por 20 jogadores, comandados por Elson Longo, sendo que oito disputam regularmente o circuito profissional de tênis. Além disso, a equipe de treinadores é multidisciplinar, com preparador físico, fisioterapeuta e nutricionista.

sábado, 4 de outubro de 2014

Joana Cortez rumo ao topo do beach tennis novamente





Confira a entrevista com a melhor brasileira no ranking mundial de beach tennis e ex-número 1 do mundo na modalidade.




A carioca de 35 anos Joana Cortez disputou o circuito profissional de tênis por nove anos, foi número um do Brasil em simples e duplas, alcançando a 204ª posição no ranking da WTA em simples e a 115ª nas duplas. Além disso, conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg em 1999 e de Santo Domingo (2003) e medalha de bronze no Pan do Rio, em 2007.

Depois dessa carreira de sucesso do tênis, Joana resolveu continuar como atleta, mas em outro esporte, no beach tennis. Começou em 2008 nas areias das belas praias do Rio de Janeiro e não parou mais. Atualmente ela ocupa a 4ª posição do ranking da ITF, mas já chegou a liderar o ranking mundial desta modalidade por um ano, ao lado da paulista Samantha Barijan. Elas foram as primeiras jogadoras sem ter nacionalidade italiana a ocuparem o topo do ranking mundial.

Confira abaixo como foi a trajetória desta incrível jogadora, numa interessante entrevista realizada em Santos no final de setembro, quando Joana foi campeã do ITF G1 com a alemã Maraike Bigmaier e Bicampeã Pan-Americana ao lado de Flavia Muniz.

Joana e Flavia Muniz/ Foto: Beach Mag

1- Joana, conta como você começou a jogar beach tennis.
Eu comecei em 2008, incentivada por Adão Chagas e pelo Leopoldo Correa, que trouxeram o beach tennis para o Brasil. Eles me convidaram para jogar o Mundial de Beach Tennis em Ravenna, na Itália. Eu treinei apenas um mês para esse mundial e chamei a Marcela Evangelista para jogar comigo. Ela jogou só uma vez e aceitou o desafio. E ainda ficamos em terceiro lugar! Mas, nessa época eu ainda era treinadora de tênis e tinha muito compromissos com o tênis, mas aos poucos fui me envolvendo mais com o  beach tennis e ele foi ganhando espaço na minha vida.

2- Quando você começou a jogar com a Samantha Barijan?
Em 2009 conheci a Samantha e começamos a trabalhar com projetos de beach tennis e tênis no Rio de Janeiro. Nessa época começamos a jogar beach tennis juntas e fechamos uma parceria com a italiana Simona Bonadonna para termos mais conhecimento sobre o esporte, porque a Simona é considerada uma das melhores jogadoras de beach tennis de todos os tempos e trabalha numa grande academia na Itália. Nós fomos para lá aprender mais com ela e usamos a mesma metodologia de trabalho que é usada por lá nas nossas aulas aqui no Brasil. No começo eu e a Samantha treinávamos jogando simples e depois criamos uma equipe para treinarmos juntas com outras pessoas também, a C2BTennis.


3- E quanto tempo vocês jogaram juntas?
Fizemos uma parceria de 2009 a agosto deste ano. Durante um ano, de setembro de 2013 a setembro de 2014, eu e a Samantha ocupamos o topo do ranking mundial.

4- E agora você tem parceira fixa?
Eu ainda estou vendo com quem vou fazer parceria, mas por enquanto estou mudando as parceiras em alguns eventos para ver como as coisas vão acontecendo. Acabei de ganhar o torneio G1 de Santos com a Maraike Bigmaier, ela é muito rápida, gostei muito de jogar com ela, quem sabe jogaremos juntas no futuro.


5- Você esperava todo esse sucesso que está alcançando no beach tennis?
Eu não esperava tanto sucesso assim, via um potencial no esporte, mas eu não esperava que eu fosse chegar a ser número 1 do mundo e que fosse virar essa febre que está no Brasil. Acho que a entrada da ITF foi muito importante, fez crescer o esporte, expandindo muito rápido. Mas, acho que ainda falta ser um pouco mais organizado.

6- Agora fala um pouco da C2BTennis. Além de você, quem mais faz parte dessa equipe? E quais são os points?
Fazem parte da equipe a Samantha Barijan (5ª da ITF), Lorena Melo (15ª), Luciana Fernandes (29ª), Paula Cortez (31ª) e uma francesa, a Magali Garnier (18ª). Treinamos diariamente e fazemos um preparo físico especializado, que é muito importante para nosso desempenho nos torneios. Nossos points são no Recreio, Barra (2), Ipanema, Leblon, Ilha do Governador e no Clube Caiçaras. Nesses lugares acontecem aulas, treinos e também fazemos alguns eventos.


Samantha, Lorena, Joana e Luciana - equipe C2BTennis/ Foto: BT Mag

7- Em que aspectos o tênis profissional te ajudou no beach tennis?
Pensando um pouco, logicamente que quem foi tenista acaba pegando o esporte mais rápido na parte técnica, mas acho que pra mim o grande diferencial de eu ter jogado tênis profissional é uma facilidade para lidar com os momentos de pressão. No beach tennis só tem um saque, tem no-ad (os games não tem vantagem), então acho que acabo jogando bem nos momentos de pressão pela experiência que tive no tênis. E isso ajuda muito.

8- Como foi a experiência de fazer jogos de exibição de beach tennis em Roland Garros, em Paris, este ano?
Realmente foi demais, pela primeira vez na história do torneio houve uma exibição de beach tennis. Foram jogos entre as equipes de três países, Brasil, Itália e França. Representaram o Brasil: Vini Font (número 3 do mundo), Guilherme Prata (16º), eu e a Samantha. Foi muito legal, ficamos muito felizes de jogar em Paris, num dos torneios mais importantes do tênis internacional. Foi ótimo para promover o beach tennis e, é claro, aproveitamos para assistir alguns jogos de tênis. Espero que apareçam mais oportunidades como essa para a divulgação do beach tennis.






9- Como você acha que um jogador de tênis competitivo pode se beneficiar com o beach tennis?
Acho que ajuda bastante na parte física porque vai ter que jogar na areia, trabalhando muito os membros inferiores. Uma coisa boa é que não vai atrapalhar o tenista no sentido de poder causar alguma lesão, porque não vai causar. Não é como jogar futebol, por exemplo, que o jogador pode se machucar, sabe? E outra coisa, ajuda muito na parte mental, o beach tennis é divertido e descontraído, então o tenista relaxa um pouco, porque o circuito profissional de tênis é muito duro e desgastante.


10- Você consegue viver só dos torneios de beach tennis?
Não dá para viver só dos torneios. Para você ter uma ideia, o torneio G1 da ITF, um dos que mais premia, distribui 5 mil dólares para o feminino e mais 5 mil para o masculino, sendo que o campeão leva 750 dólares... Tenho alguns patrocinadores, entre eles o Rei do Mate que me ajuda financeiramente e pode ser que eu tenha alguma ajuda no bolsa atleta, mas acredito que precisa ter um envolvimento político maior no esporte. Então também dou aulas para me manter quando não estou disputando torneios.


11- E como você faz para conciliar tudo?
Hoje consigo conciliar os treinos, as aulas e os torneios, porque para o ranking mundial da ITF de beach tennis só valem os seis melhores resultados que você tem no ano. Não é como no tênis, que você precisa defender os pontos de cada torneio no ano seguinte e precisa jogar bem o ano inteiro. Acho que quando isso mudar, o circuito vai ficar ainda mais difícil e competitivo e acredito que terei que viajar mais.


12- Qual o seu maior objetivo com o beach tennis?
Quero muito que o esporte se torne olímpico. É bem legal de assistir os jogos, num ambiente muito parecido com o vôlei de praia, então acho que seria um grande sucesso nas Olimpíadas. Também quero trazer mais crianças para o esporte e voltar a ser número um do mundo em breve, lógico (risos)...

13- Qual a mensagem que você deixaria para quem quer começar a jogar?
Gostaria de convidar as pessoas a experimentar esse esporte. Tem muita gente que leva uma vida sedentária e o beach tennis pode ser a chave para uma vida mais ativa. Então, venha se divertir e praticar uma atividade esportiva jogando beach tennis!

Joana/ Foto: BT Mag